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Um título Vital



 Stefano "Poke" Marchesini

Esse texto é sobre Dedé. Mais até. É também sobre Anderson Vital.

6,5 milhões de dólares, pouco mais de 5 milhões de euros na época. Assim Dedé se tornou a contratação mais cara da história do Cruzeiro. Mas é claro que não seria fácil, nunca é.

Antes mesmo de Dedé chegar, problemas começaram a surgir e muitos desconfiaram de que a transferência poderia dar errado. Os torcedores rivais, que já mostravam preocupação com a vinda de um dos maiores zagueiros da atualidade para o Cruzeiro, faziam chacota e publicavam em redes sociais a hashtag “Dedevolvido”. Mas não adiantou secar, ele chegou e chamou atenção. Com a camisa 26 e uma apresentação inesperada em uma bela jogada de marketing, Dedé começou com pé direito sua passagem na Toca.

Dedé trazia uma bagagem pesada para o Cruzeiro. Além de ser o jogador mais caro do clube, tinha a obrigação de recuperar o alto nível e voltar a defender a Seleção Brasileira, jogar a Copa do Mundo, seu maior sonho. Ao vestir a camisa celeste, Dedé ganhou o peso extra de levar o Cruzeiro, outra vez, às glórias. Responsabilidade grande e uma expectativa maior ainda.

O que ninguém sabia, até então, era que a cabeça de Dedé passava longe do Cruzeiro, de Belo Horizonte, do futebol em si.

Não só Dedé tinha problemas. Anderson Vital, um fluminense, nascido em Volta Redonda, com seus 25 anos, tinha problemas maiores. Problemas que fazem uma falha ou outra em campo parecer insignificante. E são.

O Campeonato Brasileiro começou. Dedé assumiu a titularidade e junto com Bruno Rodrigo forma uma das zagas mais eficientes e lúcidas do Brasil. Saída de bola com precisão técnica ou o famoso “chutão” pra frente, tudo quando necessário. Críticas construtivas e cobranças apareceram no início do campeonato, mas nunca o torcedor deixou de acreditar e de apoiar.

Dedé conseguiu: foi novamente convocado para a Seleção, com grandes elogios de Felipão. Voltou a ser um zagueiro de prestígio e chama a atenção do mundo. Deu ao Cruzeiro o tricampeonato brasileiro – não sozinho, mas com muitos méritos. E depois de tudo isso, desse ápice profissional, Dedé deu lugar ao Anderson, que desabafou.

Foi no programa “Bem, Amigos!” da emissora SporTV. Anderson chorou e nos fez chorar. A distância de sua família e noiva e um grave problema de saúde sua irmã é a razão para tanto. Às vezes esquecemos que jogadores também são pessoas, são humanos. Dinheiro não compra tudo e isso ficou bem claro. Não há dinheiro no mundo que pague a alegria de uma pessoa que supera um problema difícil – ou que compre a alegria de um torcedor apaixonado.

"Uh, é o MITO!" (Foto: Band/Uol)

“Uh, é o MITO!” (Foto: Band/Uol)

Dedé saiu do Vasco como ídolo. Dedé traça sua história de idolatria no Cruzeiro. Poucos jogadores foram capazes de fazer história e cair no braço de torcidas tão distintas.

No dicionário, “vital” refere-se à vida. É o que torna possível a manutenção da vida. O que é essencial, fundamental. Saiba Dedé, que o dicionário foi perfeito em sua definição. Não é apenas o seu nome, é o que você é! Você foi fundamental nesse título brasileiro, você será fundamental para oito milhões de torcedores enquanto ostentar a camisa cinco estrelas. Você é um dos pilares que nos passam segurança e que, com toda certeza, não queremos nos desfazer de você.

Se algum dia você sair do clube, seja para jogar na Europa ou em qualquer outro lugar, você levará o carinho da torcida do Cruzeiro. Sua história aqui já foi escrita e você só a apagará se quiser.

Torcedor é um bicho complicado. Basta 90 minutos para que a admiração se torne cobrança, vaia e desprezo. Mas torcedor também é justo! Pode ter certeza que, em qualquer momento de racionalidade, muitos se lembrarão com louvor do time de 2013. De uma zaga composta por aquele cara, aquele que era o melhor zagueiro do Brasil na época. Aquele que, com certeza, defenderá a camisa da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2014.

Apesar de ter dito no começo desse texto que não falaria sobre o Cruzeiro, não posso deixar de parabenizar a atual diretoria. Foram eles que enxergaram a oportunidade de trazer um mito – O MITO – para o time. Acreditarem, ousaram e também merecem partes do crédito.

E no final das contas, nossos rivais estavam certos em comparar você com o famoso comediante homônimo d’Os Trapalhões: você foi – e é – motivo de risos, sorrisos e alegria.

Saudações Celestes!!

Calendário europeu, é possível?



 Stefano "Poke" Marchesini

O que você, torcedor, pensa quando no meio da uma temporada, seu time perde o principal craque para o futebol europeu? Você provavelmente responderá que fica indignado, que é um absurdo e que tal craque deveria ser mantido pelo menos até o final do ano. Isso em um primeiro momento. Logo depois, você passará pela fase de aceitação e começará a pensar que se o valor for realmente alto, não tem tanto problema, afinal, é normal.

Mas e se te apresentassem a seguinte proposta: o craque do seu time jogará durante toda uma temporada sem se transferir. Ele irá participar das grandes competições do cenário nacional e internacional, e você só se preocupará com transações e cifras ao final da temporada. Seria espetacular para o torcedor do Atlético-MG contar com Bernard até o final da Copa do Brasil ou do Campeonato Brasileiro. Certo? Acredito que os torcedores de Cruzeiro, Inter, Santos e Grêmio também ficariam mais aliviados em saber que teriam seus destaques mantidos até que o campeonato acabe.

Então eu digo a vocês que isso é possível! Entretanto, não fiquem animados, porque é pouco provável. Agora vamos tratar de um assunto complexo, que divide opiniões de torcedores e não é, de longe, unanimidade.

O grande problema do mercado de transferências para os times brasileiros é o calendário europeu. E você, com certeza, já ouviu falar dele tanto para o mal, como para o bem. E aqui eu defendo de fora incessante a adaptação do nosso calendário ao dos times europeus.

Vamos analisar primeiro o futebol em si, jogado no campo. É perceptível que o entrosamento de um time, seu padrão de jogo e tudo aquilo que envolve tática e técnica, começa com uma boa pré-temporada. Através desse tempo de treino, sem jogos oficiais, é que o treinador conhece seus jogadores e já define como um time irá se portar, suas jogadas ensaiadas, erros que devem ser corrigidos e posições carentes que precisam de reforços. É o tempo de contratar! Começar bem para terminar bem. É notório que todo trabalho que começa e tem continuidade apresenta resultados positivos – que podem acarretar em títulos, por exemplo, o Corinthians de Tite, ou não, tal qual o Cruzeiro de Adilson Batista.

E é na pré-temporada que os gigantes da Europa vão às compras. Um jogador aqui e ali e pé na massa. O problema em questão é que enquanto Barcelona e Manchester estão em pré-temporada, o Botafogo já está na briga pela ponta do Brasileirão! E aí nem é preciso dizer o desmanche que o time sofre. Desmanche sentido no campo, com a queda de qualidade do time.

Agora, vamos analisar o aspecto econômico. Alguém duvida que o marketing seja a alma do negócio? Com um bom marketing se valoriza a marca do clube. Já imaginaram o Palmeiras fazendo amistosos de pré-temporada contra PSG, Manchester United e Juventus, ganhando repercussão em toda a mídia mundial? Atraindo a atenção de investidores e grandes empresas? Dinheiro atrai dinheiro e no futebol não seria diferente.

Um estudo divulgado pela Brand Finance, em fevereiro de 2012, mostrou a disparidade do valor da marca dos times europeus em relação à maioria dos times brasileiros. Enquanto o Corinthians encabeçava a lista com sua marca valendo 867 milhões de reais, o Barcelona, sendo a terceira maior marca do futebol mundial, já ultrapassava a marca de 1 bilhão de reais. A diferença pode não ser gritante se compararmos esses números, mas fica alarmante quando comparamos o Botafogo, décimo segundo clube entre os brasileiros, e sua marca valendo 90 milhões, com o Schalke, na 312ª colocação dos clubes europeus, com valor de 228 milhões em sua marca.

Agora saindo do conceito financeiro, vamos analisar as vantagens do próprio calendário, no conceito da palavra. Um consenso entre CBF e Conmebol evitaria bizarrices como a que ocorreu esse ano: times que precisavam escolher entre disputar a Copa do Brasil e a Copa Sulamericana, pois as datas são apertadas e as equipes não teriam como disputar ambas.

É claro que existem problemas para que o Brasil, um país de dimensões continentais, adapte seu calendário. Um desses problemas são os “animadíssimos” campeonatos estaduais, que consomem grande parte das datas disponíveis para os times e não acrescentam em quase nada para os clubes da elite do nosso esporte mais popular. Outro grande problema seriam as férias. Enquanto os europeus param entre julho e agosto, aqui nossos atletas sofreriam um desgaste imenso jogando no período de janeiro a dezembro, auge do verão. Esses seriam os maiores empecilhos para a inserção do calendário gringo por aqui. Há outros problemas, claro, mas eu fiz um texto com o intuito de mostrar que há mais – e melhores – prós do que contras.

Enfim, colocando na balança, acredito que o calendário europeu seria um avanço para o futebol tupiniquim, mas sei que estamos falando de algo improvável de que aconteça. Nossos cartolas e dirigentes não são favoráveis à adaptação, vide nosso próprio campeonato que só entrou nos moldes de pontos corridos em 2003, enquanto o Italiano, por exemplo, é nesse formato desde 1929/1930.

Nosso calendário de setembro comprova: maratona de jogos apertados.

Nosso calendário de setembro comprova: maratona de jogos apertados.

Quando me dispus a escrever sobre o calendário de futebol europeu, me imaginei de pé, palestrando para toda a CBF, Conmebol, dirigentes e cartolas, falando em alto e bom tom: “como vocês são… atrasados” – para evitar uma palavra de baixo calão.

Dragão ou lagartixa? [Cruzeiro 5x0 Atlético-GO - Copa do Brasil 2013]



 Stefano "Poke" Marchesini

Salve Nação!!

Foi fácil. Até demais. Mesmo sem apresentar um futebol digno de show, o Cruzeiro venceu com propriedade e já praticamente garantiu a sua vaga nas oitavas-de-final da Copa do Brasil. A goleada por 5 a 0 contra o Atlético-GO serviu de grande valia para um time que vinha de um terrível desempenho contra a Lusa.

O jogo em si serviu positivamente para (além, é claro, do resultado) para diversos motivos. Uma grande partida do sempre contestado Egídio, que teve total controle do lado esquerdo do campo, tanto no ataque, quanto na defesa. O (até que enfim) gol de Vinícius Araújo, que também jogou bem e participou efetivamente das jogadas de ataque – é Anselmo, você rodou. E outra grande partida do Ferrugem!

Mas o Souza merece um parágrafo especial. O novo volante do time celeste chegou subestimado e já vem caindo nas graças da torcida. E não é só por barrar L. Guerreiro do time titular. Ferrugem é o elo de ligação entre defesa e ataque que tanto procurávamos, e agora não há desculpas para o baixo rendimento de D. Souza e E. Ribeiro. Além de ter dado aquele toque mais qualificado nas bolas paradas. Não acho que gols de cabeça sejam um “ponto fraco”, pelo contrário, que o time seja campeão só no chuveirinho! Jogadores que se posicionam bem nós temos, bons cobradores também!

Percebam que Bruno Rodrigo já pensava em deixar o campo após essa dancinha. (Foto: Washington Alves / VIPCOMM)

Percebam que Bruno Rodrigo já pensava em deixar o campo após essa dancinha. (Foto: Washington Alves / VIPCOMM)

O retorno ao Mineirão foi positivo. Continuamos 100% e agora temos um pouco mais de moral para seguirmos #RumoAoPenta. Inclusive, acharia válido o Marcelo Oliveira mesclar o time para o jogo de volta em Goiânia e dar ritmo para alguns jogadores, como o próprio Ricardo Goulart que entrou nessa partida e mostrou estar sem foco em campo.

E só pra não passar batido. Que expulsão besta e desnecessária hein Bruno Rodrigo? Não comprometeu em nada, mas vamos maneira aí que você é importante para o Cruzeiro nesse esquema de “bola parada”.

Enfim, a semana começou muito bem para a Raposa, relembrando bons momentos de pentagoleadas no Mineirão! Agora é foco total no campeonato brasileiro.

Saudações Celestes!!

 FICHA TÉCNICA

Cruzeiro

Fábio; Mayke, Dedé, Bruno Rodrigo e Egídio; Nílton, Souza, Éverton Ribeiro (Tinga 22 do 2º) e Diego Souza (Leo 22 do 2º); Vinícius Araújo (Ricardo Goulart 32 do 2º) e Luan
Técnico: Marcelo Oliveira

Atlético-GO

Márcio; Diego Campos, Artur, Diego Giaretta e Ernandes; Dodó, Marino, Jorginho (Róbston, intervalo) e João Paulo (Caio 26 do 2º); Pipico (Juninho, intervalo) e Ricardo Jesus

Técnico: Renê Simões

Estádio: Mineirão

Gols: Diego Souza 10, Vinícius Araújo 31 e Dedé 43 do 1º; Éverton Ribeiro 12 e Egídio 30 do 2º

Árbitro: Rodrigo Nunes de Sá (RJ)

Assistentes: Luiz Cláudio Regazone e Jackson Massara dos Santos (RJ)

Cartão amarelo: Dedé, João Paulo

Cartão vermelho: Bruno Rodrigo

Wallpaper / Calendário da Geral do Cruzeiro (Junho)



 Geral do Cruzeiro

Salve Nação!

E taí mais um calendário e papel-de-parede disponibilizado pela Geral do Cruzeiro! Como sempre, mensalmente sai um pra vocês colocarem no plano de fundo do PC de vocês! É só clicar na foto que vocês terão a imagem em melhor resolução!

Nesse mês teremos a pausa para a Copa das Confederações, mas o Cruzeiro ainda fará mais dois jogos pelo campeonato brasileiro e uma excursão onde também jogará contra o Strikers (EUA) e o Morelia (MEX) em solo estadunidense!

No primeiro wallpaper, resolvemos homenagear o “cara da vez”, Ricardo GOLart, no segundo a dupla imbatível e imparável do Cruzeiro, Éverton Ribeiro e DaGOLberto! E nesse terceiro nada melhor do que homenagear ele que estreou, caiu nas graças da torcida e já fez até gol! O zagueiro artilheiro DEDÉ, O MITO! Lembrando sempre que estamos abertos a ideias e quem tiver uma já pro mês de julho, é só comentar aí! Pode ser jogador, título, gol, história…

Aproveitem pra curtir e compartilhar o calendário para que todos tenham, na nossa fan page no facebook (da essa moral aí!) e também no twitter!

Saudações Celestes!!

Wallpaper-Geral-Cruzeiro-Junho (1)

Empate na raiva! [Atlético-PR 2 x 2 Cruzeiro - Brasileirão 2013]



 Stefano "Poke" Marchesini

Salve Nação!

Não queria escrever esse pós-jogo porque estou com muita raiva desse jogo! Há tempos não sentia tamanha raiva de uma partida de futebol, e os motivos são óbvios, mas pra quem não sabe, vou transcrever pra vocês os absurdos da partida.

O campo, que todos falamos e vamos falar por muito tempo, é pior do que o imaginado. Além de não ajudar o time do Cruzeiro em nada, fez uma lambança danada na camisa mais bonita do Brasil. O toque rápido e o domínio de bola ficaram comprometidos por causa do pasto – aliás, pasto é sacanagem, porque nem gado pasta naquelas condições. O lamaçal do Boqueirão prejudicou o Cruzeiro tanto no ataque quanto na defesa.

dedegol

Comemora, Dedé! Só você salvou nesse segundo tempo! (Foto: Superesportes/Daniel Castellano)

Há quem diga que o campo é ruim para os dois. Ledo engano. O Atlético-PR ganhou a maioria das bolas na botinada e abusou dos levantamentos na área. O Cruzeiro, numa dessas, levou o primeiro gol no começo do primeiro tempo. Já o segundo gol do time rubro-negro foi por mérito do adversário, que pressionou o Cruzeiro no campo de ataque (aproveitando de um meio-campo ineficiente na marcação) e numa bola parada ampliou. Jogo complicado.

A única coisa de lúcida e boa do primeiro tempo foi o primeiro gol de Dedé com a camisa celeste e o animo do time para o segundo tempo.

Marcelo Oliveira foi gênio ao tirar Dagoberto (que corria sério risco de lesão – lembrem-se que o mesmo fez um tratamento diferenciado na pré-temporada para evitar contusões sérias) e colocar o trombador e finalizador Luan, que fez o gol antes dos 20 segundos do segundo tempo. Nem o mais otimista dos Cruzeirenses imaginava isso.

Momento exato do chute do Luan para o gol. (Foto: google/internet)

Momento exato do chute do Luan para o gol. (Foto: google/internet)

Marcelo Oliveira deu azar na contusão de Borges e teve que optar pelo nulo Anselmo Ramon. Anselmo Ramon não foi fraco, não foi ruim, não atrapalhou… ele simplesmente não fez NADA. Uma das piores partidas que eu já vi de um jogador de futebol em toda minha existência.

O panorama do jogo mudou. O Cruzeiro teve controle da partida no segundo tempo e conseguia armar bons ataque e contra-ataques, todos desperdiçados por um ineficiente ataque que quando chutava era parado pelo goleiro do CAP de nome esquisito.

No final das contas, o empate foi bom, pois jogamos em condições piores que o estádio do Frimisa. Mas também foi horrível, esses dois pontos farão muita falta ao Cruzeiro no final do campeonato, quando olharmos para a tabela e vermos a fraca campanha que o Atlético-PR ensaia fazer. E o mais revoltante é saber que esse estádio provavelmente não vai ser usado mais no campeonato. Fica no prejuízo o Cruzeiro, que deixa de ganhar 2 pontos e ainda teve Borges lesionado.

E aí, dona CBF, como fica nossa situação?

Agora é engolir esse empate e esquecer as raivas que esse jogo nos fez passar, porque a primeira pedreira do Campeonato Brasileiro vem aí e o Cruzeiro tem que arrancar pontos desse Botafogo de qualquer jeito!

#68PontosEContando

Saudações Celestes!!

FICHA TÉCNICA:

Atlético-PR:
Weverton, Leo (Derley), Cleberson, Manoel e Pedro Botelho; Deivid, Felipe, João Paulo Silva e Everton (Douglas Coutinho); Marcão e Éderson (Marcelo).
Técnico: Ricardo Drubscky

Cruzeiro:
Fábio, Ceará, Dedé, Bruno Rodrigo e Egídio; Leandro Guerreiro, Nilton, Everton Ribeiro (Ricardo Goulart) e Diego Souza; Dagoberto (Luan) e Borges (Anselmo Ramon)
Técnico: Marcelo Oliveira

Motivo: 2ª rodada do Campeonato Brasileiro
Estádio: Érton Queiroz (Vila Olímpica do Boqueirão), em Curitiba
Data: 29 de maio de 2013, quarta-feira, às 15h
Gols: Pedro Botelho aos 6’, Manoel aos 28’, Dedé aos 42’ do primeiro tempo; Luan aos 10 segundos do segundo tempo
Árbitro: André Luiz de Freitas Castro (GO)
Assistentes: Marco Mello Moreira (GO) e Bruno Raphael Pires (GO)
Cartões amarelos: Nilton, Luan e João Paulo